Poucos vídeos são tão representativos para o jazz do que o histórico programa The Sound of Jazz, que foi ao ar pela rede de TV norte-americana CBS, em 8 de dezembro de 1957, e reuniu algumas das maiores estrelas do gênero para uma apresentação de uma hora, exibida sem cortes. Entre os músicos que participaram estão nomes como Colean Hawkins, Pee Wee Russell, Count Basie, Jimmy Rushing, além do último encontro entre Billie Holiday e Lester Young.
A CBS repetiria o programa 1959, desta vez apresentando Miles Davis, Ahmad Jamal e Ben Webster em cenários diferentes. Davis é ouvido tanto em um quinteto (com John Coltrane no saxofone tenor) quanto com a orquestra de Gil Evans.
Billie Holiday, Lester Young, Ben Webster e Gerry Mulligan durante o programa
No DVD chamado The Greatest Jazz Fims Ever, além do programa The SOund of Jazz e a apresentação exibida em 1959, o consumidor também leva o clássico curta-metragem de Gjon Mili de 1944, "Jammin' The Blues", um dos raríssimos filmes que mostram Lester Young, e a única gravação existente de Charlie Parker na TV ao vivo.
Músicos:
· Trumpet · Red Allen, Emmett Berry, Doc Cheatham, Roy Eldridge, Joe Newman, Rex Stewart, Joe Wilder
· Trombone · Bob Brookmeyer, Vic Dickenson, Benny Morton, Frank Rehak (LP only), Dickie Wells
· Clarinet · Jimmy Giuffre, Pee Wee Russell
· Alto saxophone · Earle Warren
· Tenor saxophone · Jimmy Giuffre, Coleman Hawkins, Ben Webster, Lester Young
· Baritone saxophone · Harry Carney (LP only), Jimmy Giuffre, Gerry Mulligan (not on LP)
· Guitar · Danny Barker, Freddie Green, Jim Hall
· Piano · Count Basie, Thelonious Monk, Nat Pierce, Mal Waldron
· Double bass · Jim Atlas, Milt Hinton, Eddie Jones, Ahmed Abdul-Malik, Walter Page (LP only)
· Drums · Osie Johnson, Jo Jones, Ryan Nelson
· Vocals · Billie Holiday, Jimmy Rushing
Músicas:
· "Open All Night (aka Fast and Happy Blues)" · Count Basie All Stars: Emmett Berry, Doc Cheatham, Joe Newman, Joe Wilder (tp); Roy Eldridge (tp, fl, hn); Vic Dickenson, Benny Morton, Dicky Wells (tb); Earl Warren (as); Coleman Hawkins, Ben Webster (ts); Gerry Mulligan (bs); Count Basie (p); Freddie Green (g); Eddie Jones (b); Jo Jones (d)
· "The Count Blues" · Basie, Green e E. Jones playing as John Crosby introduces the show.
· "Wild Man Blues" · Red Allen, Rex Stewart (tp); Pee Wee Russell (cl); Coleman Hawkins (ts); Vic Dickenson (tb); Milt Hinton (b); Danny Barker (g); Nat Pierce (p)
· "Rosetta" · mesmos músicos da canção "Wild Man Blues"
· "Dickie's Dream" · mesmos músicos da canção "Open All Night"
· "Blue Monk" · Thelonious Monk (p); Ahmed Abdul Malik (b); Osie Johnson (d) (does not appear on 2003 idem DVD release)
· "I Left My Baby" · Jimmy Rushing (v), com Count Basie All Stars (same personnel as "Open All Night")
· "Fine and Mellow" · Billie Holiday (v), com Mal Waldron All Stars: Roy Eldridge, Doc Cheatham (tp); Vic Dickenson (tb); Coleman Hawkins, Ben Webster, Lester Young (ts); Gerry Mulligan (bs); Mal Waldron (p); Milt Hinton (b); Osie Johnson (d)
· "The Train and the River" · Jimmy Giuffre Trio: Jimmy Giuffre (cl, ts, bs); Jim Hall (g); Jim Atlas (b)
· "Blues My Naughty Sweetie Gave to Me" · Jimmy Giuffre, Pee Wee Russell (cl); Jo Jones (d); Danny Barker (g); Milt Hinton (b)
O YouTube dá a oportunidade ao internauta de assistir a milhares de vídeos dos mais variados assuntos, publicados por milhões de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do mundo e em dezenas de línguas. O intercâmbio cultural proporcionado pela internet e, é claro, pelo YouTube. é algo que deve ser comemorado e, acima de tudo, usufruido.
Entre tantas ferramentas que o YouTube proporciona ao usuário está a oportunidade de criar infinitas playlists, que podem ou não serem temáticas. Tudo depende da criatividade do internauta ou da demanda que ele tenha para agrupar diversos vídeos em um mesmo local, que no YouTube chamamos de playlist.
No decorrer dos anos, eu criei algumas playlists temáticas sobre jazz. Todas elas podem ser ouvidas aqui no blog, no lado esquerdo do texto que você está lendo. Basta descer a página e você encontrará essas playlists. Além desses player embedados aqui no blog, você também pode ouvir essas playlists em uma versão mais "confortável" que o YouTube oferece aos internautas. É isso que você vai encontrar clicando nos links abaixo.
Ao todo são 12 playlists. As listas foram divididas com os seguintes nome:
A playlist Jazz ao Seu Alcance traz centenas de shows na íntegra para assistir online. Atualmente, a playlist conta com cerca de 720 concertos. A playlist Discos na Íntegra traz discos completos. Atualmente, a playlist tem cerca de 410 vídeos. A playlist Música Instrumental Brasileira traz shows e discos na íntegra de artistas brasileiros. Atualmente, a playlist tem cerca de 340 vídeos. A playlist Tiny Desk traz apresentações de jazz no programa Tiny Desk. Cada apresentação tem erca de 20 minutos. Atualmente, a playlist tem 89 programas.
A playlist Jazz Icons traz na íntegra apresentações da série de DVDs chamada Jazz Icons, lançada em 2006, com shows gravados na Europa, entre 1957 e 1978. Atualmente, a playlists tem 15 concertos. A playlist Instrumel Sesc Brasil traz shows completos de artistas brasileiros em apresentações realizadas nos palcos do Sesc. Atualmente, a playlist tem cerca de 55 shows. A playlist Festival de Jazz no Brasil traz vídeos de shows, sem ser na íntegra, de apresentações realizadas em festivais de jazz realizadas no Brasil, entre eles, os festivais Bridgstone, Chivas, Heineken Concerts, Choro Jazz e Tudo é Jazz. A playlist tem cerca de 80 vídeos.
A playlist Jazzahead traz na íntegra apresentações registradas em diferentes edições do festival alemão Jazzahead, que anualmente oferece ao público shows de artistas de diversas nacionalidades. Atualmente, a playlist conta com cerca de 90 concertos. A playlist Jazz 625 traz apresentações, nem todas na íntegra, de shows exibidos pelo programa Jazz 625, que foi ao ar entre os anos de 1964-1966, no canal britânico estatal BBC. Atualmente, a playlist tem cerca de 30 vídeos.
A playlist Standards traz canções consideradas standards da música norte-americana apontadas pelo pesquisador norte-americano Ted Gioia no livro The Jazz Standards: A Guide to the Repertoire. Atualmente, a playlist tem 96 vídeos. A playlist Blues traz na íntegra discos e shows de blues. Atualmente, a playlist tem 140 vídeos. A playlist Jobim traz shows e discos na íntegra do maestro Tom Jobim, além de gravações de suas composições na interpretações de dezenas de outros artistas brasileiros e internacionais. Atualmente, a playlist conta com cerca de 30 vídeos.
OUTROS FORMATOS
O Blogger oferece a possibilidade do leitor ver as publicações em diferentes formatos (sidebar, classic, flipcard, mosaic, magazine e timeslide), o que pode facilitar a navegação e o carregamento dos posts. Fique à vontade para escolher o que você achar mais amigável e confortável para navegar. Abaixo estão links para seis formatos diferentes. Escolha um e boa leitura.
A Academia do Grammy anunciou no dia 1 de fevereiro os vencedores da 68ª edição dos prêmios Grammy. Ao todo, foram premiados artistas em 95 categorias dos mais diversos gêneros musicais, entre eles, rock, pop, blues, clássico, folk, R&B, rap, country, new age, gospel e jazz.
A categoria de jazz é dividida em seis sub-categorias: improviso, álbum, álbum vocal, orquestra, latino e alternativo. São cinco indicados em cada categoria. Os artistas de jazz também aparecem com frequência em outras categorias, entre elas, composição instrumental e arranjo.
Na "principal" categoria, de melhor disco de jazz, o Grammy ficou com o trio do pianista Sullivan Fortner (Southern Nights). Ao lado do pianista estao o baterista Peter Washington e o baixista Marcus Gilmore. A faixa-título é uma famosa composição do pianista e cantor Allen Toussaint, que foi uma das figuras mais importantes do cenário musical de Nova Orleans até sua morte, em 2015.
Entre os cantores, o melhor disco de jazz vocal ficou pelo segundo ano consecutivo com a cantora Samara Joy, pelo álbum Portrait. Esse é o quinto prêmio da sua carreira, e o quarto ano seguido que conquista uma premiação no grammy. Em 2023, ela ganhou nas categorias melhor disco de jazz vocal e artista revelação.
Na categoria melhor disco de jazz latino, o prêmio ficou com A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole, disco liderado pelo pianista Gonzalo Rubalcaba e pelos saxofonistas Yainer Horta e Joey Calveiro. O trio faz uma homengem à trajetória do cantor cubano Benny Moré e ao cantor norte-americano Nat King Cole. O disco também conta com José Armando Gola (baixo), Hilario Bell (batería), Richard Bravo (percussão) e Fernando Teo Calveiro (guitarra).
Horta, Gonzalo Rubalcaba e Joey Calveiro venceram na categoria álbum de jazz latino
O disco Caetano e Bethânia Ao Vivo, dos irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia, ficou com o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Global. O disco registra a turnê realizada pela dupla em 2024 e 2025. Os brasileiros superarm os discos dos cantores Siddhant Bhatia, Youssou N'Dour e Burna Boy, do grupo Shakti, com o guitarrista John McLaughlin, e da sitarista Anoushka Shankar.
Na categoria melhor disco de orquestra, o prêmio ficou com o disco do baixista Christian McBride, pelo álbum Without Further Ado, Vol 1. O disco traz a participação de vários artistas, entre eles, Sting, Andy Summers, Jeffrey Osborne, Samara Joy, José James, Cécile McLorin Salvant, Dianne Reeves e Antoinette Henry.
Clique aqui para ver todos os vencedores do Grammy na categoria melhor disco de jazz, e clique aqui para ver todos os vencedores na categoria melhor disco vocal de jazz.
EXECUÇÃO DE JAZZ
"Windows - Live" - Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
ÁLBUM VOCAL
Portrait — Samara Joy
ÁLBUM INSTRUMENTAL
Southern Nights - Sullivan Fortner
ÁLBUM DE ORQUESTRA
Without Further Ado, Vol 1 - Christian McBride Big Band
ÁLBUM JAZZ LATINO
A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole - Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta & Joey Calveiro
ÁLBUM DE JAZZ ALTERNATIVO
LIVE-ACTION, - Nate Smith
ÁLBUM INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEO
ARKAI - Brightside
MELHOR ENCARTE (TEXTO) DE ÁLBUM
Miles '55: The Prestige Recordings, Miles Davis - Ashley Kahn
ÁLBUM DE BLUES TRADICIONAL
Ain’t Done With The Blues - Buddy Guy
ÁLBUM DE BLUES CONTEMPORÂNEO
Preacher Kids - Robert Randolph
OUTROS FORMATOS
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O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical é um evento cinematográfico que tem como objetivo fomentar a produção e a difusão de filmes documentários que tenham a música como elemento central. Ele nasceu em Barcelona, em 2003, e hoje é realizado em diversos países, como Espanha, Chile, Países Baixos, Grécia, México e Uruguai.
No Brasil, o IN-EDIT acontece desde 2009. Em 2026, acontece a 18ª edição da versão brasileira no festival, que será realizada de 17 a 28 de junho de 2026, com exibições presenciais e online, através das plataformas digitais do festival e de parceiros. Abaixo você encontra nomes de alguns documentários (MPB, Jazz e Blues) que foram exibidos nos últimos 17 anos no festival. Para saber mais sobre os documentários, clique no nome do filme.
Em 2025, o festival exibiu cerca de 60 filmes, e o público pôde assisti-los no CineSesc, que tem ingressos a preços populares, e em outro locais da cidade de São Paulo, gratuitamente. Alguns documentários foram exibidos de graça por meio das plataformas Spcine Play, Sesc Digital e Itaú Cultural Play (IC Play). Mais informações e toda a futura programação podem ser consultados no site oficial do evento.
Além dos documentários exibidos no festival, você encontrar mais informações sobre documentários clicando aqui. Outros documentários interessantes sobre jazz também já apareceram neste blogue, entre eles:
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Veterano incontornável da cena jazzística norte-americana, Bob James nasceu em 1939, no Missouri, e construiu uma carreira de mais de seis décadas marcada pela versatilidade e pelo cruzamento de linguagens musicais. Pianista de formação clássica, cedo se destacou pela sua sensibilidade para o jazz e pela capacidade de dialogar com diferentes estilos, da música erudita ao funk, passando pela soul, pela pop e pelas bandas sonoras.
James começou a ganhar projecção no início dos anos 60, tocando com Sarah Vaughan, antes de se tornar num dos músicos e arranjadores de estúdio mais requisitados em Nova Iorque. A sua carreira discográfica como líder arrancou verdadeiramente nos anos 70, quando assinou com a CTI Records, sob a orientação do produtor Creed Taylor. Foi nesse contexto que surgiram dois dos seus álbuns mais marcantes: One (1974) e Two (1975).
Em One, Bob James deu corpo a uma sonoridade singular que fundia jazz, groove funk e arranjos orquestrais carregados de imaginação. O tema “Nautilus” tornou-se não apenas uma peça de culto do jazz de fusão, mas também uma das faixas mais sampladas na história do hip hop, reaparecendo em discos de artistas como Eric B. & Rakim, Run-D.M.C., A Tribe Called Quest, Ghostface Killah e Wu-Tang Clan. Já em Two, seria a vez de “Take Me to the Mardi Gras” se transformar num clássico absoluto das pistas e do sampling, um dos “breaks” mais utilizados por DJs e produtores, dos Run-D.M.C. a A$AP Rocky, entre tantos outros.
1ª formação do Fourplay, com James, Lee Ritenour, Nathan East e Harvey Mason
Suas composições e gravações moldaram a estética do hip hop dos anos 80 e 90, tornando-o uma referência inesperada para gerações mais novas. Ao mesmo tempo, a sua carreira seguiu um percurso de enorme diversidade, com trabalhos em estúdio, bandas sonoras para cinema e televisão (entre elas, a célebre abertura da série Taxi), colaborações em ensembles de jazz, álbuns a solo e ainda a formação do grupo Fourplay, um dos mais populares quartetos de smooth jazz/fusion dos anos 90 e 2000.
Em 2025, aos 85 anos de idade, ele lançou um novo disco em dueto com um saxofonista, como fez com David Sanborn e Kirk Whalum no passado, mas desta vez o escolhido foi o veterano Dave Koz. O álbum Just Us, com Koz, foi indicado para o Grammy na categoria melhor disco de música instrumental contemporânea. O pianista tem no currículo 20 indicações ao Grammy, conquistando o prêmio duas vezes, uma com a parceria de Sanborn e outra com o violonista Earl Klugh, na década de 1980.
OUTROS FORMATOS
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A revista DownBeat publica anualmente, em janeiro, um apanhado sobre os CDs mais bem cotados de todas as edições do ano anterior. É uma ótima oportunidade para encontrar grandes discos que, por vários motivos, passaram desapercebidos.
Em 2025, no topo da lista, com a cotação de cinco estrelas, sete discos conquistaram plenamente os críticos da revista, entre centenas de discos resenhados nas 12 edições deste ano. Entre esses sete álbuns, três deles foram resenhados apenas no site da revista, ficando de fora da edição impressa.
Os sete campeões de 2025 são Anthony Braxton (Trillium X), James Brandon Lewis Quartet (Abstraction Is Deliverance), Jon Batiste (Big Money), Malatu Astatke (Mulatu Plays Mulatu), David Torn (Peace Upon You), 3 Cohens/WDR Big Band (Interaction) e The Westerlies (Paradise). Conheça todos os discos clicando aqui
Entre os mais bem cotados, destaque para o quarteto do saxofonista James Brandon, que conta com o pianista cubano Aruán Ortiz, o álbum ao vivo, gravado em 2022, ao lado da big band alemã WDR, dos irmãos Cohens, com a clarinetista Anat, o trompetista Avishai e o saxofonista Yuval, e o retorno triunfante do octogenário vibrafonista etiope Malutu Astatke, após um hiato de dez anos, no qual revisita suas composições das décadas de 1960 e 1970.
3 Cohens (Anat, Yuval e Avishai) registra show acompanhado pela big band WDR
Além dos lançamentos, a revista também concedeu cinco estrelas para cinco álbuns denominados históricos, ou seja, são discos com gravações inéditas, mas que não foram gravados em 2025. São eles: Bird In Kansas City (Charlie Parker), Musa: Ancestral Streams (Stanley Cowell), Two Is One (Charles Rouse), Music Inc., Live At Slugs’Volume I and II (Charles Tolliver) e You Can’t Hip A Square: The Doc Pomus Songwriting Demos (Vários).
A edição traz outras dezenas de títulos divididos em duas outras cotações: quatro estrelas e meia e quatro estrelas. Entre eles estão o dueto dos saxofonistas Eric Alexander e Vicent Herring (Split Decision), o trio da baixista Linda May Han Oh (Strange Heaven), a delicadeza do trio do pianista Fred Hersch (The Surrounding Green), o talento do saxofonista Jimmy Greene (As We Are Now), o dueto entre o guitarista Lionel Louke e Dave Holland (United) e o blues do octogenário gaitista Charlie Musselwhite (Look Out Highway), todos com quatro estrelas e meia.
Entre os que ficaram com quatro estrelas estão Ambrose Akinmusire (Honey From a Winter Stone), Artemis (Arboresque), Paloma Dineli Chesky (Memory), Larry Goldings (I Will Sam First), Mart Halvorson (About Ghosts), Branford Marsalis (Belonging), Benjamim Lackner (Spindrift) e Rodney Whitaker (Mosaic: The Music Of Gregg Hill).
O Brasil aparece indiretamente em dois discos que também conquistaram quatro estrelas. O primeiro é a homenagem do saxofonista Edie Daniels ao cantor Milton Nascimento, com o disco To Milton With Love, no qual regrava o disco Courage, lançado por Nascimento em 1969, pela gravadora CTI Records e produzido por Creed Taylor. O outro álbum é do trombonista norte-americano Ryan Keberle, que lançou o disco Choro das Águas ao lado do Collectiv do Brasil, com músicas de Ivan Lins. O trio brasileiro que acompanha Keberle é formado pelo baterista Paulinho Vicente, o pianista/arranjador Felipe Silveira e o baixista Felipe Brisola.
A revista britânica Jazzwise também publicou uma relação com os preferidos de 2025 dos críticos da publicação. Veja abaixo os escolhidos:
Sylvie Courvoisier & Mary Halvorson - Bone Bells
Cécile McLorin Salvant - Oh Snap
Branford Marsalis - Belonging
Terri Lyne Carrington & Christie Dashiell - We Insist! 2025
Linda May Han Oh - Strange Heavens
Yazz Ahmed - A Paradise In The Hold
Ambrose Akinmusire - Honey From A Winter Stone
Emma Rawicz - Inkyra
Mary Halvorson - About Ghosts
Georgia Mancio & Alan Broadbent - A Story Left Untold
Gonzalo Rubalcaba, Chris Potter, Eric Harland & Larry Grenadier - First Meeting Live At Dizzy’s Club
Tyreek McDole - Open Up Your Senses
Brigitte Beraha’s Lucid Dreamers - Teasing Reflections
Laura Jurd - Rites & Revelations
Brad Mehldau - Ride Into The Sun
Charles Lloyd - Figure In Blue
The Necks - Disquiet
Josephine Davies & The Ensō Ensemble - The Celtic Wheel Of The Year Suite
Joshua Redman - Words Fall Short
Alex Hitchcock - Letters From Afar
O site do jornal inglês The Guardian também publicou a lista dos melhores de 2025 escolhida pelo critico John Fordham. Veja os 10 preferidos abaixo:
Michael Wollny Trio – Living Ghosts
Mary Halvorson – About Ghosts
Anthony Braxton – Quartet (England) 1985
Joshua Redman – Words Fall Short
Linda May Han Oh – Strange Heavens
Cécile McLorin Salvant – Oh Snap
[Ahmed] – Sama’aa
Jakob Bro – Taking Turns
Artemis – Arboresque
Tom Smith Big Band – A Year in the Life
OUTROS FORMATOS
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Em celebração aos 150 anos do Choro no Brasil, a TV Cultura exibiu em dezembro de 2024 o documentário Brasil Toca Choro, baseado na série homônima da emissora, composta por 13 programas temáticos, traça um panorama histórico do primeiro gênero da música urbana tipicamente brasileira. O filme conta com a participação de virtuosos e criativos intérpretes do gênero, de diferentes gerações e estilos, que trazem versões autênticas.
Com uma hora de duração, o programa teve idealização e concepção de Marquinhos Mendonça e supervisão de conteúdo de Mauricio Valim, e traça um panorama histórico do Choro ao celebrar grandes nomes do gênero desde a sua gênese até a atualidade: de Pixinguinha e Chiquinha Gonzaga a Altamiro Carrilho; de Ernesto Nazaré a Villa-Lobos; de Jacob do Bandolim a Hamilton de Holanda; de Valdir Azevedo a Armandinho.
Nelson Ayres, Proveta, Toninho Carrasqueira, Izaías Bueno de Almeida, Hamilton de Holanda e Armandinho são algumas das personalidades que dão depoimentos ao documentário, que também é permeado por mais de 40 músicas. Entre elas, "Flor Amorosa", de Joaquim Callado; "Abre Alas", de Chiquinha Gonzaga; "Oito Batutas", de Pinxinguinha; "Conversa de Botequim", de Noel Rosa; "Brasileirinho", de Waldir Azevedo; "13 de dezembro", de Luiz Gonzaga; "Chega de Saudade", de Tom Jobim; "Sarau para Radamés", de Paulinho da Viola; "João e Maria", de Sivuca e Armandinho; "Chorinho para Ele", de Hermeto Pascoal; e "Capricho de Pixinguinha", de Hamilton de Holanda e outras.
Além dos vídeos da série Brasil Toca Choro, veja abaixo uma apresentação do instrumentista Danilo Brito, em 2017, nos Estados Unidos, tocando e explicando para os gringos toda a riqueza do choro brasileiro, um show-triuto aos 40 anos do disco Mistura e Manda, do saxofonista Paulo Moura, e uma concerto em homenagem a Jacob do Bandolim.
OUTROS FORMATOS
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Uma das mais esperadas premiações do mundo do jazz tem finalmente seus vencedores divulgados. Como acontece todos os anos, a octogenária revista norte-americana Downbeat, em sua edição de dezembro, publica a lista com os premiados no Annual DownBeat International Readers Poll, ou seja, a votação feita pelos leitores. A votação feita pelos críticos é publicada sempre na edição de agosto. Clique aqui para ver os todos os vencedores escolhidos pelos leitores e aqui para ver todos os vencedores escolhidos pelos críticos.
Em 2025, em sua 90° edição, o prêmio mais cobiçado, o de artista do ano, ficou com o baixista Christian McBride, que também ficou com o prêmio de melhor baixista e arranjador de jazz. Em agosto, os críticos elegeram o saxofonista James Brandon Lewis como o artista de jazz do ano.
O baterista Jack DeJohnette, falecido em 26 de outubro de 2025, aos 83 anos, foi escolhido dos leitores para entrar no Downbeat Hall of Fame, prêmio dado para músicos que tem ou tiveram uma longa trajetória no jazz. Para os críticos, este ano foi a vez do saxofonista Anthony Braxton entrar para o hall da fama. Braxton completou 80 anos em junho.
Na categoria melhor disco de jazz, o prêmio ficou com o saaxofonista Branford Marsalis pelo álbum Belonging (Blue Note). O quarteto de Marsalis conta com Joey Calderazzo (piano), Eric Revis (baixo) e Justin Faulkner (bateria). Marsalis também ficou com o prêmio de melhor saxofonista soprano. O pódio da categoria ainda tem Jon Batiste, com o disco Beethoven Blues (Verve), e Bill Charlap Trio, com o disco And The Again (Blue Note).
Para os críticos da revista, o disco do ano foi da vibrafonista Patricia Brennan, com o álbum Breaking Stretch (Pyroclastic), seguido por Ambrose Akinmusire (Honey from a Winter Stone) e Kris Davis Tri (Run the Gauntlet).
Na duas categorias vocais (masculino e feminino), os vencedores foram Kurt Elling e Samara Joy. As brasileiras Flora Purim e Luciana Souza também foram lembradas pelos leitores da revista, assim como o cantor João Bosco.
Outro destaque vai para Manfred Eicher, idealizador da gravadora alemã ECM. Ele foi premiado na categoria melhor produtor. Já a ECM ficou em segundo lugar na categoria gravadora, atrás da veterana Blue Note.
OS VENCEDORES
Artista do ano
Christian Mcbride
Álbum
Branford Marsalis
Belonging (Blue Note)
Hall of Fame
Jack DeJohnette
Álbum histórico
John Coltrane
A Love Supreme: 60th Anniersary Edition (Impulse)
Grupo
Artemis
Big Band
Maria Schneider Orchestra
Trompete
Ambrose Akinmusire
Trombone
Trombone Shortty
Sax soprano
Branford Marsalis
Sax alto
Kenny Garrett
Sax tenor
Chris Potter
Sax baritono
James Carter
Clarinete
Anat Cohen
Flauta
Charles Lloyd
Piano
Emmet Cohen
Tecladista
Herie Hancock
Órgão
Larry Goldings
Guitarra
Pat Metheny
Baixo
Christian McBride
Baixo elétrico
Marcus Miller
Violino
Regina Carter
Baterista
Brian Blade
Percussão
Zakir Hussain
Vibrafone
Stefon Harris
Outros instrumentos
Béla Fleck (banjo)
Cantora
Samara Joy
Cantor
Kurt Elling
Compositor
Maria Schneider
Arranjador
Christian McBride
Gravadora
Blue Note
Produtor
Manfred Eicher
Músico de blues
Buddy Guy
Álbum de blues
Taj Mahal & Keb’ Mo’
Room On The Porch (Concord)
OUTROS FORMATOS
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A Academia do Grammy anunciou no dia 8 de novembro os indicados para a 68ª edição dos prêmios Grammy, que acontecerá no dia 1 de fevereiro de 2026, no Crypto.com Arena, em Los Angeles (EUA). Ao todo, são 95 categorias dos mais diversos gêneros musicais, entre eles, rock, pop, blues, clássico, folk, R&B, rap, country, new age, gospel e jazz.
A categoria de jazz é dividida em seis sub-categorias: improviso, álbum, álbum vocal, orquestra, latino e alternativo. São cinco indicados em cada categoria. Os artistas de jazz também aparecem com frequência em outras categorias, entre elas, composição instrumental e arranjo.
Na "principal" categoria, de melhor disco de jazz, estão na disputa o disco póstumo do pianista Chick Corea, com o registro ao vivo ao lado do baixista Christian McBride e do baterista Brian Blade (Trilogy 3), o trio do pianista Sullivan Fortner (Southern Nights), o quarteto do saxofonista Branford Marsalis (Belonging), o trio liderado pelo baixista John Patitucci, com Chris Potter no sax e Brian Blade na bateria (Spirit Fall), e o grupo Yellowjackets (Fasten Up).
John Patitucci (centro) comando o trio formado por Chris Potter (e) e Brian Blade (d)
Entre os cantores, o melhor disco de jazz vocal terá uma disputa apertada nesta edição, com destaque para a parceria entre a baterista Terri Lyne Carrington e a cantora Christie Dashiell (We Insist 2025!) e o disco de dueto da cantora Dee Dee Bridgewater com o pianista Bill Charlap (Elemental). Quem também deve dar trabalho é o belíssimo registro ao vivo da banda liderada pela cantora e pianista Nicole Zuraitis, com o disco All Stars Lead To You - Live, que traz nomes como Keyon Harrold (trompete), Tom Scott (sax) e Idan Morim (guitarra). Samara Joy, que ficou com o prêmio na última edição, também concorre com o disco Portrait.
Na categoria melhor disco de jazz latino, a disputa acirrada acontece entre os álbuns do saxofonista Miguel Zénon, do pianista Gonzalo Rubalcaba, do saxofonista Paquito D'Rivera, do pianista Arturo O'Farrill e do percussionista Pedrito Martinez. Em 2025, o Grammy de melhor disco de jazz latio ficou com o pianista Zaccai Custis pelo álbum Cubop Lives!. O último brasileiro a ganhar o Grammy foi a pianista Eliane Elias, com o disco Mirror Mirror, em 2022, na categoria melhor disco de jazz latino.
Por falar em brasleiro, o disco Caetano e Bethânia Ao Vivo, dos irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia foi indicado na categoria Melhor Álbum de Música Global. O disco registra a turnê realizada pela dupla em 2024 e 2025. Concorrem ao lado de Caetano e Bethânia discos dos cantores Siddhant Bhatia, Youssou N'Dour e Burna Boy, do grupo Shakti, com o guitarrista John McLaughlin, e da sitarista Anoushka Shankar.
Clique aqui para ver todos os vencedores do Grammy na categoria melhor disco de jazz, e clique aqui para ver todos os vencedores na categoria melhor disco vocal de jazz.
EXECUÇÃO DE JAZZ
Noble Rise
Lakecia Benjamin com Immanuel Wilkins & Mark Whitfield
Windows - Live
Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
Peace Of Mind / Dreams Come True
Samara Joy
Four
Michael Mayo
All Stars Lead To You - Live
Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold & Rachel Eckroth
ÁLBUM DE JAZZ
Trilogy 3 (Live)
Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
Southern Nights
Sullivan Fortner com Peter Washington & Marcus Gilmore
Belonging
Branford Marsalis Quartet
Spirit Fall
John Patitucci com Chris Potter & Brian Blade
Fasten Up
Yellowjackets
ÁLBUM VOCAL
Elemental
Dee Dee Bridgewater & Bill Charlap
We Insist 2025!
Terri Lyne Carrington & Christie Dashiell
Portrait
Samara Joy
Fly
Michael Mayo
Live at Vic's Las Vegas
Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold & Rachel Eckroth
ÁLBUM DE ORQUESTRA
Orchestrator Emulator
The 8-Bit Big Band
Without Further Ado, Vol 1
Christian McBride Big Band
Lumen
Danilo Pérez & Bohuslän Big Band
Basie Rocks!
Deborah Silver & The Count Basie Orchestra
Lights on a Satellite
Sun Ra Arkestra
Some Days Are Better: The Lost Scores
Kenny Wheeler Legacy Featuring The Royal Academy of Music Jazz Orchestra & Frost Jazz Orchestra
ÁLBUM DE JAZZ LATINO
La Fleur de Cayenne
Paquito D'Rivera & Madrid-New York Connection Band
The Original Influencers: Dizzy, Chano & Chico Arturo O'Farrill & The Afro Latin Jazz Orchestra
Pedrito Martinez, Daymé Arocena, Jon Faddis, Donald Harrison & Melvis Santa
Mundoagua - Celebrating Carla Bley
Arturo O'Farrill & The Afro Latin Jazz Orchestra
A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole
Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta & Joey Calveiro
Vanguardia Subterránea: Live at The Village Vanguard
Miguel Zenón Quartet
ÁLBUM DE JAZZ ALTERNATIVO
Honey From a Winter Stone
Ambrose Akinmusire
Keys To The City Volume One
Robert Glasper
Ride into the Sun
Brad Mehldau
LIVE-ACTION
Nate Smith
Blues Blood
Immanuel Wilkins
ÁLBUM DE MÚSICA INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEA
Brightside
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O canal do YouTube do guitarrista Mateus Starling recebeu o guitarrista e violonista carioca Romero Lubambo para um bate-papo descontraído. Por duas horas, o músico contou um pouco sobre sua carreira de quatro décadas, quase toda tocando nos Estado Unidos, onde mora desde 1985. Romero completou 70 anos de idade em 2025. Em 2023, ele gravou o disco Two Brothers em dueto com o violonista paulista Chico Pinheiro.
Músico de rara sensibilidade, é um dos guitarristas brasileiros de maior prestígio internacional e um dos mais requisitados músicos da atualidade, graças a sua versatilidade e facilidade em atuar com exuberância nos mais variados estilos musicais.
Do jazz ao pop, do clássico ao r&b, podemos ouví-lo tanto num remix top 10 da Toni Braxton, como solista convidado da Royal Phillarmonic Orchestra (Londres) ou numa tour com o guitarrista de hard rock, Vernon Reid (Living Colour). Além de trilhas publicitárias e cinematográficas; já gravou ao longo da sua carreira mais de 900 discos, com os mais variados artistas e seu nome aparece nos créditos de mais de 1000 gravações, o que o tornou um dos músicos instrumentistas que mais gravou no mundo.
Participou de alguns dos maiores e mais importantes festivais do mundo e já trabalhou (shows e/ou gravações de álbuns e dvd’s ou demais mídias audiovisuais) com artistas como: Billie Eilish, Michael Brecker, Pat Metheny, Branford Marsalis, Mike Stern, Marcus Miller, Mohini Dey, Wynton Marsalis, Stevie Wonder, Al Jarreau, Yo Yo, Gustavo Dudamel, Dizzy Gillespie, Kathleen Battle, Finneas O'Connell, Diana Krall, Paul Simon.
Starling é pioneiro na educação musical através da internet. Desde 2009 Starling ensina sobre diferentes temas na área da educação musical através da internet. Toca profissionalmente desde os 16 anos de idade, ano em que lançou seu primeiro EP de música instrumental. A grande virada na carreira veio através de uma bolsa de estudos que ganhou na Berklee College of Music de Boston, quando se formou com honras em 2008 e saiu com seu primeiro álbum solo gravado intitulado Kairos que repercutiu em todo o mundo.
Ao longo destes anos lançou 5 álbuns solos e já participou de shows e gravações com grandes nomes da música instrumental do Brasil. Para citar alguns: Pascoal Meirelles, Josué Lopes, Júlio Merlino, Mauro Senise, Marcelo Martins, Xande Figueiredo, Altair Martins, Nivaldo Ornelas, Daniel Garcia, Sergio Barroso, Ney Conceição, Chico Chagas, Renato Massa Calmon, Marcos Kinder, Rogerio dy Castro, Cliff Korman, Kleyton Martins, Valmir Bessa, Marcos Natto, Berval Moreira, Nelson Faria, Leo Amoedo e outros.
Em 2022 iniciou com o Starling Cast, um podcast no youtube onde Mateus bate papo com grandes nomes da música brasileira. O canal hoje tem mais de 160 mil inscritos, mais de 220 episódios e tem mais de 2 milhões de visualizações por mês, tendo se tornado o maior podcast do segmento do Brasil.
No fim de 2023, o Starling entrevistou outro craque da música instrumental brasileira, o guitarrista Ricardo Silveira, que também tem uma carreira internacional, mas mora no Brasil. Entre os músicos com quem dvidiu o palco e os estúdios estão João Bosco, Milton Nascimento, Ivan Lins, Elis Regina, Gilberto Gil, João Donato, Luís Melodia, Emílio Santiago, Hermeto Paschoal, Ney Matogrosso, Márcio Montarroyos e Claudio Roditi.
Em sua carreira internacional, além dos trabalhos lançados no mercado fonográfico, trabalhou com Herbie Mann, tocou e gravou com diversos músicos da cena instrumental mundial como Hubert Laws, Randy Brecker, Pat Metheny, Don and Dave Grusin, John Patitucci, Lionel Hampton, Jason Miles, Abraham Laboriel, L. Shankar, entre outros. Veja a íntegra da entrevista abaixo.
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O baterista de jazz norte-americano Jack DeJohnette, conhecido pelo seu trabalho com lendas como Miles Davis e Keith Jarrett, faleceu no último domingo, 26 de outubro, aos 83 anos, em Kingston, Nova Iorque, de insuficiência cardíaca.
Nascido em 9 de agosto de 1942, em Chicago, DeJohnette foi uma figura central nas principais formações de jazz a partir da década de 1960. Colaborou com músicos de renome, incluindo Herbie Hancock e Miles Davis, destacando-se particularmente pela sua participação no álbum Bitches Brew, de Davis, um marco na história da música de fusão, lançado no final da década de 1960.
Além disso, DeJohnette fez parte do influente trio de Keith Jarrett, ao lado do contrabaixista Gary Peacock. Juntos, lançaram álbuns celebrados pela crítica nos últimos 40 anos, como Bye, Bye, Blackbird (em homenagem a Miles Davis), Still Live, Somewhere, After the Fall, Always Let Me Go e os dois volumes de Standards.
A lista de outras colaborações, em estúdios e em palcos, é infindável. Da pianista e harpista Alice Coltrane aos saxofonistas Stan Getz, Sonny Rollins, Paul Desmond, Cannonball Adderley, Benny Golson e Michael Brecker, passando pelos pianistas Herbie Hancock, Kenny Barron e McCoy Tyner, os trompetistas Chet Baker, Lester Bowie, Freddie Hubbard ou os guitarristas John Scofield, Pat Metheny, Bill Frisell ou John McLaughlin, ou mesmo uma canção de Sting.
Criado numa família que valorizava a música, DeJohnette revelou-se eclético desde jovem, ouvindo ópera, country, rhythm and blues, swing e jazz. "Para mim, tudo era música", referiu em seu site, uma filosofia que manteve ao longo da vida. Ele iiciou a sua carreira como pianista, após uma formação clássica no Conservatório de Música de Chicago, mas foi como baterista que se destacou. A bateria ganhou força na sua adolescência, quando integrou a banda da escola.
Ele iderou formações como Compost, Directions, New Directions e Special Edition. Gravou em nome próprio pela primeira vez em 1968, um disco chamado The DeJohnette Complex, tendo, nas quase seis décadas que se seguiram, editado, como líder, quase quatro dezenas de álbuns por selos prestigiados como Prestige, ECM, Blue Note, MCA/Impulse!. Foi nomeado para seis Grammy e ganhou dois: um em 2008, com Peace Time, melhor álbum new age; e depois em 2022, com Skyline, melhor álbum de jazz instrumental que gravou com o contrabaixista Ron Carter e o pianista Gonzalo Rubalcaba.
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Por 14 anos o Guia de Jazz esteve no ar com a missão de aproximar os internautas ao jazz. Um dos tópicos mais visitados era o de dicas de CDs, no qual dezenas de discos eram indicados e resenhados por mim. Infelizmente, com o fim do site em setembro de 2015, todo esse acervo foi "perdido".
Mas não totalmente perdido. Além do livro Jazz ao Seu Alcance - que traz todo o conteúdo do guia (dicas de CDs, DVDs, livros, entrevistas e muito mais) - você encontrará quinzenalmente neste blog algumas dicas de CDs publicadas anteriormente no site Guia de Jazz.
Sempre que possível, ao final de cada resenha você encontrará vídeos do Youtube com algumas faixas do disco indicado para escutar. Boa leitura e audição. Veja outras dicas de CDs aqui.
Julie London - Time for Love - The Best of (1991)
Os anos 40 e 50 são chamados de época de ouro de Hollywood. Dezenas de astros e estrelas brilhavam em filmes da Metro e da Paramount. Era o tempo dos grandes musicais e das super produções. A música se confundia com o cinema e vice-versa. Estrelas como Judy Garland, Lena Horn, Edith Piaf e Doris Day eram reconhecidas como atrizes e cantoras.
Assim como Judy, Lena, Edith e Doris, a cantora e atriz Julie London encantou o público com sua voz e sua beleza em mais de uma dezena de filmes e discos. Com sua beleza física de tirar o fôlego e sua voz macia, ela fez história e habitou a mente de milhares de jovens da época.
Uma boa maneira de conhecer Julie London é ouvir o disco Time For Love : The Best of , lançado pela gravadora Rhino. O CD, que conta com um encarte rico em fotos e informações, traz 18 músicas e dá um ótimo panorama do repertório que acompanhou a cantora por quase toda a carreira. Entre elas, a mais famosa de todas, “Cry Me A River”.
Neste CD, que privilegia as canções românticas, o ouvinte vai ter a oportunidade de ouvi-la acompanhada por uma orquestra, como em “My Heart Belongs to Daddy”, “A Conttage for Sale” e “Two Sleepy People”, ou pela guitarra de Barney Kessel e o baixo de Ray Leatherwood em músicas como “No Moon At All”, “Easy Street” e “I´m In the Moof for Love”.
Julie ainda esbanja sensualidade em outros três momentos bens distintos. Ao lado de uma orquestra à Glenn Miller (June In January), na versão do clássico de Thelonious Monk (Round Midnight) ou acompanhada apenas da guitarra de Kessel (Gone With the Wind).
Assim como na sua vida pessoal, Julie London morreu em 2000 sem causar alarde ou notícias. Apesar de nunca ter estado no time das divas do jazz, ela conseguiu escrever seu nome na história da música contemporânea dos Estados Unidos e habitar a discoteca de milhares de ouvintes em todo o mundo. Isso é o que interessa.
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