sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

The Sound of Jazz

Poucos vídeos são tão representativos para o jazz do que o histórico programa The Sound of Jazz, que foi ao ar pela rede de TV norte-americana CBS, em 8 de dezembro de 1957, e reuniu algumas das maiores estrelas do gênero para uma apresentação de uma hora, exibida sem cortes. Entre os músicos que participaram estão nomes como Colean Hawkins, Pee Wee Russell, Count Basie, Jimmy Rushing, além do último encontro entre Billie Holiday e Lester Young.

A CBS repetiria o programa 1959, desta vez apresentando Miles Davis, Ahmad Jamal e Ben Webster em cenários diferentes. Davis é ouvido tanto em um quinteto (com John Coltrane no saxofone tenor) quanto com a orquestra de Gil Evans.
Billie Holiday, Lester Young, Ben Webster e Gerry Mulligan durante o programa


No DVD chamado The Greatest Jazz Fims Ever, além do programa The SOund of Jazz e a apresentação exibida em 1959, o consumidor também leva o clássico curta-metragem de Gjon Mili de 1944, "Jammin' The Blues", um dos raríssimos filmes que mostram Lester Young, e a única gravação existente de Charlie Parker na TV ao vivo.





Músicos:

· Trumpet · Red Allen, Emmett Berry, Doc Cheatham, Roy Eldridge, Joe Newman, Rex Stewart, Joe Wilder

· Trombone · Bob Brookmeyer, Vic Dickenson, Benny Morton, Frank Rehak (LP only), Dickie Wells

· Clarinet · Jimmy Giuffre, Pee Wee Russell

· Alto saxophone · Earle Warren
· Tenor saxophone · Jimmy Giuffre, Coleman Hawkins, Ben Webster, Lester Young

· Baritone saxophone · Harry Carney (LP only), Jimmy Giuffre, Gerry Mulligan (not on LP)

· Guitar · Danny Barker, Freddie Green, Jim Hall

· Piano · Count Basie, Thelonious Monk, Nat Pierce, Mal Waldron

· Double bass · Jim Atlas, Milt Hinton, Eddie Jones, Ahmed Abdul-Malik, Walter Page (LP only)

· Drums · Osie Johnson, Jo Jones, Ryan Nelson

· Vocals · Billie Holiday, Jimmy Rushing

Músicas:

· "Open All Night (aka Fast and Happy Blues)" · Count Basie All Stars: Emmett Berry, Doc Cheatham, Joe Newman, Joe Wilder (tp); Roy Eldridge (tp, fl, hn); Vic Dickenson, Benny Morton, Dicky Wells (tb); Earl Warren (as); Coleman Hawkins, Ben Webster (ts); Gerry Mulligan (bs); Count Basie (p); Freddie Green (g); Eddie Jones (b); Jo Jones (d)

· "The Count Blues" · Basie, Green e E. Jones playing as John Crosby introduces the show.

· "Wild Man Blues" · Red Allen, Rex Stewart (tp); Pee Wee Russell (cl); Coleman Hawkins (ts); Vic Dickenson (tb); Milt Hinton (b); Danny Barker (g); Nat Pierce (p)

· "Rosetta" · mesmos músicos da canção "Wild Man Blues"

· "Dickie's Dream" · mesmos músicos da canção "Open All Night"

· "Blue Monk" · Thelonious Monk (p); Ahmed Abdul Malik (b); Osie Johnson (d) (does not appear on 2003 idem DVD release)

· "I Left My Baby" · Jimmy Rushing (v), com Count Basie All Stars (same personnel as "Open All Night")

· "Fine and Mellow" · Billie Holiday (v), com Mal Waldron All Stars: Roy Eldridge, Doc Cheatham (tp); Vic Dickenson (tb); Coleman Hawkins, Ben Webster, Lester Young (ts); Gerry Mulligan (bs); Mal Waldron (p); Milt Hinton (b); Osie Johnson (d)
· "The Train and the River" · Jimmy Giuffre Trio: Jimmy Giuffre (cl, ts, bs); Jim Hall (g); Jim Atlas (b)

· "Blues My Naughty Sweetie Gave to Me" · Jimmy Giuffre, Pee Wee Russell (cl); Jo Jones (d); Danny Barker (g); Milt Hinton (b)

Contracapa do DVD The Greatest Jazz Fims Ever

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Playlists no YouTube


O YouTube dá a oportunidade ao internauta de assistir a milhares de vídeos dos mais variados assuntos, publicados por milhões de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do mundo e em dezenas de línguas. O intercâmbio cultural proporcionado pela internet e, é claro, pelo YouTube. é algo que deve ser comemorado e, acima de tudo, usufruido.

Entre tantas ferramentas que o YouTube proporciona ao usuário está a oportunidade de criar infinitas playlists, que podem ou não serem temáticas. Tudo depende da criatividade do internauta ou da demanda que ele tenha para agrupar diversos vídeos em um mesmo local, que no YouTube chamamos de playlist.

No decorrer dos anos, eu criei algumas playlists temáticas sobre jazz. Todas elas podem ser ouvidas aqui no blog, no lado esquerdo do texto que você está lendo. Basta descer a página e você encontrará essas playlists. Além desses player embedados aqui no blog, você também pode ouvir essas playlists em uma versão mais "confortável" que o YouTube oferece aos internautas. É isso que você vai encontrar clicando nos links abaixo.

Ao todo são 12 playlists. As listas foram divididas com os seguintes nome:

JAZZ AO SEU ALCANCE

DISCOS NA ÍNTEGRA

MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA

TINY DESK

JAZZ ICONS

INSTRUMENTAL SESC BRASIL

FESTIVAL DE JAZZ NO BRASIL

JAZZAHEAD

JAZZ 625

STANDARDS

BLUES

JOBIM

A playlist Jazz ao Seu Alcance traz centenas de shows na íntegra para assistir online. Atualmente, a playlist conta com cerca de 720 concertos. A playlist Discos na Íntegra traz discos completos. Atualmente, a playlist tem cerca de 410 vídeos. A playlist Música Instrumental Brasileira traz shows e discos na íntegra de artistas brasileiros. Atualmente, a playlist tem cerca de 340 vídeos. A playlist Tiny Desk traz apresentações de jazz no programa Tiny Desk. Cada apresentação tem erca de 20 minutos. Atualmente, a playlist tem 89 programas.

A playlist Jazz Icons traz na íntegra apresentações da série de DVDs chamada Jazz Icons, lançada em 2006, com shows gravados na Europa, entre 1957 e 1978. Atualmente, a playlists tem 15 concertos. A playlist Instrumel Sesc Brasil traz shows completos de artistas brasileiros em apresentações realizadas nos palcos do Sesc. Atualmente, a playlist tem cerca de 55 shows. A playlist Festival de Jazz no Brasil traz vídeos de shows, sem ser na íntegra, de apresentações realizadas em festivais de jazz realizadas no Brasil, entre eles, os festivais Bridgstone, Chivas, Heineken Concerts, Choro Jazz e Tudo é Jazz. A playlist tem cerca de 80 vídeos.

A playlist Jazzahead traz na íntegra apresentações registradas em diferentes edições do festival alemão Jazzahead, que anualmente oferece ao público shows de artistas de diversas nacionalidades. Atualmente, a playlist conta com cerca de 90 concertos. A playlist Jazz 625 traz apresentações, nem todas na íntegra, de shows exibidos pelo programa Jazz 625, que foi ao ar entre os anos de 1964-1966, no canal britânico estatal BBC. Atualmente, a playlist tem cerca de 30 vídeos.

A playlist Standards traz canções consideradas standards da música norte-americana apontadas pelo pesquisador norte-americano Ted Gioia no livro The Jazz Standards: A Guide to the Repertoire. Atualmente, a playlist tem 96 vídeos. A playlist Blues traz na íntegra discos e shows de blues. Atualmente, a playlist tem 140 vídeos. A playlist Jobim traz shows e discos na íntegra do maestro Tom Jobim, além de gravações de suas composições na interpretações de dezenas de outros artistas brasileiros e internacionais. Atualmente, a playlist conta com cerca de 30 vídeos.

OUTROS FORMATOS

O Blogger oferece a possibilidade do leitor ver as publicações em diferentes formatos (sidebar, classic, flipcard, mosaic, magazine e timeslide), o que pode facilitar a navegação e o carregamento dos posts. Fique à vontade para escolher o que você achar mais amigável e confortável para navegar. Abaixo estão links para seis formatos diferentes. Escolha um e boa leitura.

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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Sullivan Fortner, Samara Joy e Gonzalo Rubalcaba vencem Grammy 2026


A Academia do Grammy anunciou no dia 1 de fevereiro os vencedores da 68ª edição dos prêmios Grammy. Ao todo, foram premiados artistas em 95 categorias dos mais diversos gêneros musicais, entre eles, rock, pop, blues, clássico, folk, R&B, rap, country, new age, gospel e jazz. A categoria de jazz é dividida em seis sub-categorias: improviso, álbum, álbum vocal, orquestra, latino e alternativo. São cinco indicados em cada categoria. Os artistas de jazz também aparecem com frequência em outras categorias, entre elas, composição instrumental e arranjo.

Na "principal" categoria, de melhor disco de jazz, o Grammy ficou com o trio do pianista Sullivan Fortner (Southern Nights). Ao lado do pianista estao o baterista Peter Washington e o baixista Marcus Gilmore. A faixa-título é uma famosa composição do pianista e cantor Allen Toussaint, que foi uma das figuras mais importantes do cenário musical de Nova Orleans até sua morte, em 2015.

Entre os cantores, o melhor disco de jazz vocal ficou pelo segundo ano consecutivo com a cantora Samara Joy, pelo álbum Portrait. Esse é o quinto prêmio da sua carreira, e o quarto ano seguido que conquista uma premiação no grammy. Em 2023, ela ganhou nas categorias melhor disco de jazz vocal e artista revelação.

Na categoria melhor disco de jazz latino, o prêmio ficou com A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole, disco liderado pelo pianista Gonzalo Rubalcaba e pelos saxofonistas Yainer Horta e Joey Calveiro. O trio faz uma homengem à trajetória do cantor cubano Benny Moré e ao cantor norte-americano Nat King Cole. O disco também conta com José Armando Gola (baixo), Hilario Bell (batería), Richard Bravo (percussão) e Fernando Teo Calveiro (guitarra).
Horta, Gonzalo Rubalcaba e Joey Calveiro venceram na categoria álbum de jazz latino

O disco Caetano e Bethânia Ao Vivo, dos irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia, ficou com o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Global. O disco registra a turnê realizada pela dupla em 2024 e 2025. Os brasileiros superarm os discos dos cantores Siddhant Bhatia, Youssou N'Dour e Burna Boy, do grupo Shakti, com o guitarrista John McLaughlin, e da sitarista Anoushka Shankar.

Na categoria melhor disco de orquestra, o prêmio ficou com o disco do baixista Christian McBride, pelo álbum Without Further Ado, Vol 1. O disco traz a participação de vários artistas, entre eles, Sting, Andy Summers, Jeffrey Osborne, Samara Joy, José James, Cécile McLorin Salvant, Dianne Reeves e Antoinette Henry.

Clique aqui para ver todos os vencedores do Grammy na categoria melhor disco de jazz, e clique aqui para ver todos os vencedores na categoria melhor disco vocal de jazz.

EXECUÇÃO DE JAZZ

"Windows - Live" - Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade

ÁLBUM VOCAL

Portrait — Samara Joy

ÁLBUM INSTRUMENTAL

Southern Nights - Sullivan Fortner

ÁLBUM DE ORQUESTRA

Without Further Ado, Vol 1 - Christian McBride Big Band

ÁLBUM JAZZ LATINO

A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole - Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta & Joey Calveiro

ÁLBUM DE JAZZ ALTERNATIVO

LIVE-ACTION, - Nate Smith

ÁLBUM INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEO

ARKAI - Brightside

MELHOR ENCARTE (TEXTO) DE ÁLBUM

Miles '55: The Prestige Recordings, Miles Davis - Ashley Kahn

ÁLBUM DE BLUES TRADICIONAL

Ain’t Done With The Blues - Buddy Guy

ÁLBUM DE BLUES CONTEMPORÂNEO

Preacher Kids - Robert Randolph





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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Documentários do festival In-Edit Brasil oferecem música para os olhos


O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical é um evento cinematográfico que tem como objetivo fomentar a produção e a difusão de filmes documentários que tenham a música como elemento central. Ele nasceu em Barcelona, em 2003, e hoje é realizado em diversos países, como Espanha, Chile, Países Baixos, Grécia, México e Uruguai.

No Brasil, o IN-EDIT acontece desde 2009. Em 2026, acontece a 18ª edição da versão brasileira no festival, que será realizada de 17 a 28 de junho de 2026, com exibições presenciais e online, através das plataformas digitais do festival e de parceiros. Abaixo você encontra nomes de alguns documentários (MPB, Jazz e Blues) que foram exibidos nos últimos 17 anos no festival. Para saber mais sobre os documentários, clique no nome do filme.

Em 2025, o festival exibiu cerca de 60 filmes, e o público pôde assisti-los no CineSesc, que tem ingressos a preços populares, e em outro locais da cidade de São Paulo, gratuitamente. Alguns documentários foram exibidos de graça por meio das plataformas Spcine Play, Sesc Digital e Itaú Cultural Play (IC Play). Mais informações e toda a futura programação podem ser consultados no site oficial do evento.

Além dos documentários exibidos no festival, você encontrar mais informações sobre documentários clicando aqui. Outros documentários interessantes sobre jazz também já apareceram neste blogue, entre eles:

Jazz on a Summer’s Day

Icons Among Us

Beyond The Notes traz a história da Blue Note

Zuza Homem de Jazz:

Ronnie's

Jazz Fest: A New Orleans Story

Ron Carter: Finding The Right Notes

A Great Day in Jazz

Miles Davis: Birth of the Cool

Brasil Toca Choro

Documentário exibidos no In-Edit Brasil:

Max Roach: The Drum Also Waltzes

Keep On Keepin’ On

The Case of The Three Sided Dream

Noel Rosa Poeta da Vila e do Povo

Brötzmann

João Donato - Nasci Para Bailar

Diário de Naná

Blues Everyday

Na Base da Bossa, 50 Anos de Excelência

Cachao, ¡Uno Más!

Música Subterrânea

Anita O’Day: The Life of a Jazz Singer

Nina Simone, Love Sorceress… Forever

New Orleans: Music in Exile

Martino Unstrung: A Brain Mystery

Calle 54

El Miagro de Candeal

Dave Brubeck: In His Own Sweet Way

Michel petrucciani/

Noel Rosa

Cartola: Música para os Olhos

Johnny Mercer: The Dream’s On Me

Finding Fela

Who’s Sonny Rollins

Art Blakey - The Jazz Messenger

Sonny Rollins: Beyond The Notes

Who’s Crazy - David, Charlie and Ornette

Betty Carter: New All The Time

Sound??

Paulo Moura - Alma Brasileira

Ensaio Sobre o Silêncio

O Piano Que Conversa

Bill Frisell: A Portrait

Chasing Trane: The John Coltrane Documentary

The Jazz Loft According to W. Eugene Smith

Cool Cats

I Am The Blues

Samba e Jazz

Sete Corações

Jaco

Os Afro-sambas: O Brasil de Baden e Vinicius

As Travessias De Letieres Leite

Legacy

Misty - The Erroll Garner Story

Let's Get Lost/

Saravah

Elis & Tom, só tinha que ser com você

Music for Black Pigeons

A Música Natureza de Léa Freire

Ivo Perelman - A Musical Storyteller

Dom Salvador & Abolition

https://br.in-edit.org/filmes/garoto-vivo-sonhando/

https://br.in-edit.org/filmes/rewind-and-play/

Amaro Freitas - O Piano Como Extensão da Alma

Meu Amigo Fela

We Need Songwriters

Milford Graves Full Mantis

Onde Está Você, João Gilberto?



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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Bob James tem legado de seis décadas a serviço da música


Veterano incontornável da cena jazzística norte-americana, Bob James nasceu em 1939, no Missouri, e construiu uma carreira de mais de seis décadas marcada pela versatilidade e pelo cruzamento de linguagens musicais. Pianista de formação clássica, cedo se destacou pela sua sensibilidade para o jazz e pela capacidade de dialogar com diferentes estilos, da música erudita ao funk, passando pela soul, pela pop e pelas bandas sonoras.

James começou a ganhar projecção no início dos anos 60, tocando com Sarah Vaughan, antes de se tornar num dos músicos e arranjadores de estúdio mais requisitados em Nova Iorque. A sua carreira discográfica como líder arrancou verdadeiramente nos anos 70, quando assinou com a CTI Records, sob a orientação do produtor Creed Taylor. Foi nesse contexto que surgiram dois dos seus álbuns mais marcantes: One (1974) e Two (1975).

Em One, Bob James deu corpo a uma sonoridade singular que fundia jazz, groove funk e arranjos orquestrais carregados de imaginação. O tema “Nautilus” tornou-se não apenas uma peça de culto do jazz de fusão, mas também uma das faixas mais sampladas na história do hip hop, reaparecendo em discos de artistas como Eric B. & Rakim, Run-D.M.C., A Tribe Called Quest, Ghostface Killah e Wu-Tang Clan. Já em Two, seria a vez de “Take Me to the Mardi Gras” se transformar num clássico absoluto das pistas e do sampling, um dos “breaks” mais utilizados por DJs e produtores, dos Run-D.M.C. a A$AP Rocky, entre tantos outros.
1ª formação do Fourplay, com James, Lee Ritenour, Nathan East e Harvey Mason

Suas composições e gravações moldaram a estética do hip hop dos anos 80 e 90, tornando-o uma referência inesperada para gerações mais novas. Ao mesmo tempo, a sua carreira seguiu um percurso de enorme diversidade, com trabalhos em estúdio, bandas sonoras para cinema e televisão (entre elas, a célebre abertura da série Taxi), colaborações em ensembles de jazz, álbuns a solo e ainda a formação do grupo Fourplay, um dos mais populares quartetos de smooth jazz/fusion dos anos 90 e 2000.

Em 2025, aos 85 anos de idade, ele lançou um novo disco em dueto com um saxofonista, como fez com David Sanborn e Kirk Whalum no passado, mas desta vez o escolhido foi o veterano Dave Koz. O álbum Just Us, com Koz, foi indicado para o Grammy na categoria melhor disco de música instrumental contemporânea. O pianista tem no currículo 20 indicações ao Grammy, conquistando o prêmio duas vezes, uma com a parceria de Sanborn e outra com o violonista Earl Klugh, na década de 1980.



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FONTE: Rimas e Batidas